O infarto do miocárdio, a mais freqüente doença cardíaca, é responsável por mais de 40% das mortes em todo o mundo. No Brasil, 38% dos atingidos têm menos de 55 anos. Os homens são mais afetados em relação às mulheres. A freqüência no sexo feminino está aumentando, devido à participação da mulher, cada vez maior, no mercado de trabalho; o risco se eleva após a menopausa.
O infarto é uma lesão do músculo cardíaco que deixou de ser nutrido pelo sangue devido à obstrução de uma artéria. A gravidade depende do segmento arterial comprometido, do calibre e extensão da obstrução da artéria.
Muitos fatores contribuem para a obstrução das artérias:
- Tabagismo,
- Obesidade,
- Dislipidemia,
- Sedentarismo,
- Estresse,
- Hipertensão Arterial,
- Idade,
- Hereditariedade (Histórico Familiar),
Os sintomas mais comuns são:
- Dor em aperto ou queimação no peito, que pode se irradiar para o queixo e ser acompanhada de dor ou dormência nos braços. A dor é persistente e, ao contrário da angina, não desaparece em pouco tempo
- Sudorese profusa,
- Falta de ar,
- Náuseas,
- Vômitos
Para isto, é preciso nos conscientizarmos sobre a importância da prática do estilo de vida saudável e consequentemente a diminuição do risco cardíaco:
- Reeducação alimentar,
- Controlar a pressão arterial e a glicemia (Diabetes);
- Controlar o peso corporal e praticar atividade física regularmente;
- Caminhar 30 minutos por dia na maioria dos dias da semana já são suficientes;
- Não Fumar
- Controlar o estresse;
- Controlar a saúde através de exames periódicos e seguir orientação médica;
A Medicina Preventiva da Intermédica tem Programas para ajudá-lo em relação à promoção de saúde.
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